Unwritten

Escrever, escrever e escrever....
Deixar as palavras formarem frases, parágrafos e textos... Contar notícias, tragédias, cartas de amor, cartas de saudades, de alegria, mensagens de reflexão.Buscar em coisas escritas aquilo que não se encontra ao escutar.Achar no meio de um livro antigo uma rosa seca e, ao ver, recordar o passado.
Desligar-se do mundo ao ler um livro, entrar na história e ser o narrador observador.E por alguns instantes esquecer de tudo.

Eu escrevo por hábito, por gosto, porque quando escrevo esqueço do mundo ao meu redor, as palavras chegam na minha mente e eu simplesmente as escrevo.Podem não ter significado pra você, mas para mim, sempre tem.

Nossas vidas são como livros, a cada dia uma nova página é escrita.

13 abril, 2008

Medo, revolta e incertezas

Nascer, crescer, reproduzir e morrer. Esse é o ciclo natural da vida na Terra.

Mas quando a morte vêm antes, o que fazer?
Bom, esse é um assunto polêmico ainda mais com o caso da menina Isabella.
É uma reação quase que normal as pessoas do mundo inteiro se revoltarem, digo quase normal porque elas tentam culpar alguém além do culpado, deixa eu me expressar melhor: Quando alguém morre "cedo"devido a um acidente ou é assassinado, teve um infarto fulminante ou mesmo cometeu suicídio, as pessoas indagam o porquê para Deus, e culpam a si mesmo e aos outros pela morte dessa pessoa.

Olhem o caso da menina de 13 anos que morreu eletrocutada ao segurar o aparelho de Baby-liss no banheiro úmido com os pés descalços....
Às vezes é preciso que situações dramáticas como essa aconteçam para que a sociedade acorde para os problemas da vida real.
Quer prova maior que a crucificação de Jesus???


Queria tentar entender melhor tudo isso, poderia falar de várias hipóteses que responderiam tais fatos, mas cheguei a conclusão que não sei e talvez nunca saiba os verdadeiros motivos. E não cabe a nós julgar, isso está além da nossa existência.

Para muitos a morte não é fim da vida e sim o começo de uma nova estapa. É esse o pensamento que quero ter para mim. Confesso ter medo do homem que a cada dia mostra-se capaz de fazer coisas inimagináveis contra seu semelhante.

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