Unwritten

Escrever, escrever e escrever....
Deixar as palavras formarem frases, parágrafos e textos... Contar notícias, tragédias, cartas de amor, cartas de saudades, de alegria, mensagens de reflexão.Buscar em coisas escritas aquilo que não se encontra ao escutar.Achar no meio de um livro antigo uma rosa seca e, ao ver, recordar o passado.
Desligar-se do mundo ao ler um livro, entrar na história e ser o narrador observador.E por alguns instantes esquecer de tudo.

Eu escrevo por hábito, por gosto, porque quando escrevo esqueço do mundo ao meu redor, as palavras chegam na minha mente e eu simplesmente as escrevo.Podem não ter significado pra você, mas para mim, sempre tem.

Nossas vidas são como livros, a cada dia uma nova página é escrita.

03 abril, 2008

A árvore e a família

Quero lhes apresentar a minha mais nova aquisição: A árvore da felicidade! Ela ainda é um "bebê", pois chega a crescer mais de 2 metros qudo adulta. Em São Paulo eu tinha uma na janela do meu quarto e adorava aquela mudinha, ficava horas cuidando dela, falava sempre com ela e brigava com meu gato porque ele gostava de se esfregar nela e enchia as folhas de pêlo. Agora essa não pode ficar no meu quarto, mas está lá no quintal bem feliz (eu acho pelo menos).

Não queria me apegar a nada nesse momento, pois estou no meio de outra crise, uam crise em que não sei o motivo exato e muito menos a solução. Fico novamente pensando se eu sou louca ou se os outros que não me entendem.
Eu falo sozinha sim! Brigo, xingo e rio sozinha de mim mesma ou de coisas que acontecem. Meu pensamento não pára em nenhum momento, nem mesmo quando quero. Fico divagando sobre coisas que passaram ou que poderiam ter acontecido. Minha tia disse que era pra eu parar de ficar guardando as coisas só pra mim e também de escrever tanto no blog, pq ele não me traz as respostas que busco, mas não consigo, juro que tentei. Mas aqui eu tenho a liberdade de falar sem ter medo que alguém me repreenda e o "anonimato" meu ajuda a não ter vergonha.

Desde pequena aprendi a me virar sozinha e que só podia contar comigo mesma e por passar 14 anos sendo filha única e morando nunca casa em que minha presença mal era notada a não ser quando tinham que culpar alguém. Eu não sei o que é ter um diálogo familiar, não sei dividir meus problemas, sempre vivi numa casca de noz e presa a pequenos detalhes(objetos) e que serviam de amigos.

Hoje, eu to aprendendo a viver em família, a compartilhar as coisas e os momentos, mas numa familia que não é a minha, não são meus pais e sim meus tios e primos, sei que já faço parte dessa família e que sou amada e respeitado como uma filha, mas fica aquela sensação estranha, meio que de revolta do porquê que meus pais não eram assim comigo, mas enfim, é passado e cá estou eu aprendendo o que é viver em família e a sentir isso. Só não consigo ainda demonstrar meus sentimentos e o que eu to passando, o receio de fazer novos laços de amizade e me machucar ainda continua.... Mas com o tempo isso muda.

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