Unwritten

Escrever, escrever e escrever....
Deixar as palavras formarem frases, parágrafos e textos... Contar notícias, tragédias, cartas de amor, cartas de saudades, de alegria, mensagens de reflexão.Buscar em coisas escritas aquilo que não se encontra ao escutar.Achar no meio de um livro antigo uma rosa seca e, ao ver, recordar o passado.
Desligar-se do mundo ao ler um livro, entrar na história e ser o narrador observador.E por alguns instantes esquecer de tudo.

Eu escrevo por hábito, por gosto, porque quando escrevo esqueço do mundo ao meu redor, as palavras chegam na minha mente e eu simplesmente as escrevo.Podem não ter significado pra você, mas para mim, sempre tem.

Nossas vidas são como livros, a cada dia uma nova página é escrita.

27 julho, 2008

As coisas são como elas são....

Hoje estou decidida.
Não sou mais quem eu achava que era.
Me surpreendi em alguns momentos que a vida me mostrou caminhos diferentes e incertos.
Tal incerteza me fez ver que posso ter mudado, mas continuo com os pés no chão.
Sonhar é bom, mas até que ponto vale a pena acreditar em uma ilusão?
Construir um castelo de areia não é o que eu quero nesse momento.
As pedras que encontro em meu caminho guardo todas para que um dia possa construir um castelo até então sólido, mas que não garante seu deterioramento com o passar dos anos...
Queria entender como as coisas são, mas vi que não consigo.
Dizer a verdade é essencial por mais que seja doloroso falar isso pra alguém e saber que vai machucar, porém, julgo ser um mal necessário.
A vida não é um conto de fadas em que tudo pode ser resolvido com um toque de mágica.
Prefiro continuar com minha sensatez ao invés de me arriscar em algo que não sei se vai dar certo.
Ao mesmo tempo que me contradigo ao pensar que a graça de tudo talvez esteja em não saber qual será o proximo passo e que se vc não arriscar nunca saberá se vai dar certo!
Enfim, as coisas são como elas são....

21 julho, 2008

REVENDO CONCEITOS

Esqueçam tudo que eu disse na postagem anterior!
Estou revendo conceitos, abandonando velhos medos
Tentando me libertar , enfim
Quando me definir voltarei a postar !!!!!

18 julho, 2008

Postagem do dia anterior (17/07/08) às 19:14h

Intimidade emocional

1 ano do acidente da TAM em Congonhas.
Exatamente nesse dia eu embarcava em São Paulo rumo a Beltrão, de volta a minha nova vida.
1 ano, 5 meses e 7 dias para ser mais específica que estou aqui. Que estou em plena transformação e crescimento profissional. Tanta coisa aconteceu nesse meio tempo que não palavras suficientes para descrevaer cada detalhe, mas alguns fatos estão registrados aqui em antigas postagens. Mas voltando ao assunto...
Naquela noite (ontem) repetiu-se em minha mente uma cena de 1 ano atrás que eu hoje (entenda-se como esses dias) resolvi relembrar e tentar reviver. Porém doce ilusão a minha! Quis, ingenuamente, fugir dos problemas construindo um castelo de areia que só permanece intacto por causa da minha esperança que insiste em dizer que um dia eu vou reviver/reconstruir uma história que hoje permanece sem um ponto final.
Não sei se essa minha ousadia momentânea venha a se transformar em arrependimento, sinceramente espero que nunca aconteça. Umas vez que eu não agüentaria ouvir outro não e uma segunda desilusão com a mesma pessoa.
Nesse momento não importa mais se eu deixei de viver certas coisas e se tentei buscar em outros aquilo que tive no passado, pois o medo de me arrepender e tomar uma decisãoprecipitada e conseqüentemente me machucar fala, ou melhor, grita mais que eu nesse momento.
Medo... Medo!?
É. Medo de me surpreender com meus sentimentos, de não saber qual será o próximo passo.

Algumas coisas poderiam ser previstas em nossas vidas, como roteiros de um personagem, assim, era só decorar as falas e seguir as cenas sem interrupções. Mas mesmo assim ocorreriam imprevistos!
É, não dá para saber qual será próximo ato, quem dirá adivinhar o desfecho dessa história em que mocinhos se tornam bandidos e alguns bandidos viram heróis e a jovem donzela nem é tão bela assim e vai perdendo seus encantos com o decorrer dos dias.

13 julho, 2008

... Sinceramente não sei o que escrever. Não sei exatamente está se passando pela minha cabeça nesse momento. São muitas coisas e ao mesmo tempo que não é nada essa minha razão incompreendida ...

Estarei aqui. Ou melhor, estou aqui de alguma formaa! E quero sempre estar e que com o passar dos anos eu possa relembrar de fatos qua acontecem hoje e, talvez, dar risada de mim mesma e ver como eu complico as coisas fáceis e simplifico as difíceis.

Quero tudo e ao mesmo tempo nada. Mas nesse momento eu quero ser feliz, quero poder fazer aquilo que me der vontade e que me faz bem.

Hoje é tipicamente um "bad day" para mim.

Não vou prolongar essa melancolia e nem essas frases soltas que dizem poucas coisas.

Agora só quero deitar e poder dormir tranquilamente até o amanhecer. Pois cada dia é um dia diferente e, quem sabe, amanhã eu consiga escrever tudo que está acontecendo de forma mais clara.

10 julho, 2008

Entre revoltas e incertezas sigo meu caminho
Esperando a opurtunidade certa
O momento exato
Mas me pergunto: pra que?
Será que tudo tem que ter seu tempo, sua hora?
Será que o descompasso do relógio não é o grande responsavel por tudo que acontece de bom e de ruim em nossas vidas?
Queria ser muitas coisas e estar em vários lugares
Mas me contento em ser apenas eu, pois assim,

registro minha singularidade para o mundo
E, ao ser único vc se torna especial para alguém
Quisera eu viver o tempo necessário para aprender tudo que a vida nos ensina e,

acima tudo repartir esse aprendizado.
Uma vez que o egoísmo é o seu inimigo mortal e,
que se aliado com o orgulho, tornam-se invencíveis.

07 julho, 2008

Ventania


Jogo ao vento
meus tormentos
para que um dia
ele possa soprar
em meus ouvidos
os seus segredos

E eu sabendo de sua história
guarde em minha memória
as respostas que obtive
através do tempo
desperdiçado no vento
de meus tormentos


Acreditando que vida

é para ser vivida
dia após dia
com alegria

E que nas tristezas
eu tenha a certeza

de que naquela hora
o mal vá se embora

Agora só o que importa
é deixar meus pensamentos
voarem
e o ventos
soprarem
ao meu favor.

Não tão complicado demais, mas nem tão simples assim é o amor

Quantas e quantas vezes me pego pensando em como seria bom amar alguém e se sentir segura em seus braços e, por alguns momentos, esquecer de tudo ao meu redor e só pensar em nós dois...

Mas o que é amar?
Quando tempo leva pra você amar alguém?
Quem ama é capaz de perdoar e aceitar os erros do parceiro ao mesmo tempo tenta corrigí-los? Será que amar é isso?
É você se sentir nas nuves no meio de uma tempestade?
É se entregar a alguém de corpo e alma sem medir as consequências e pensar em envelhecer juntos caminhando na beira da praia com os netos?
Qual é o verdadeiro significado da palavra amor?
Porque quem ama sofre?

Enfim, são tantas perguntas que até hoje não descobri realmente as respostas. Cada pessoa tem a sua forma de amar alguém ou alguma coisa. Eu posso amar a minha vida, minha familia, meus amigos e meu cachorro, mas todas de formas diferentes, por exemplo.

Não existe regras para se amar e nem tempo. Alguns podem chamar de coisas do destino outros de mera coincidência, mas quem sabe não seja a má pontaria de Eros a culpada de tantos amores frustrados? Talvez ele esteja zombando da nossa fragilidade humana em se apegar a algo ou alguém para se sentirmos mais forte.

Não é preciso amar para ser amado e nem se mostrar fraco para ser forte. A vida nos leva por caminhos tortuosos em que devemos medir nossos passos para que não haja em nossa frente um abismo, somente algumas pedras as quais devemos reuni-las para construir-mos o nosso castelo.

02 julho, 2008

Uma nuvem negra paíra sobre mim

Um ar de preocupação paira na minha cabeça: não consigo mais escrever como antes, parece que algo está bloqueando meus pensamentos sensatos. Para começar a escrever a primeira linha é um sacrifício e tanto, depois até que tudo flui com certa tranqüilidade. Queria voltar as escrever as histórias de Sarah ou mesmo meus poemas, mas não consigo, ultimamente só escrevo nas categorias de Desabafos e Devaneios. Acabaram minhas aulas na faculdade, só estou indo à tarde para o laboratório para dar continuidade num projeto que estou participando, talvez isso esteja interferindo também...

Postagem do dia 28/06

Será que esse é o fim ou simplesmente o recomeço de tudo?

Pode mudar a cara, o ambiente, o clima e a data, porém tudo permanecerá inalterado enquanto não for esclarecido.

A ajuda do tempo é fundamental ao mesmo tempo em que a angústia e ansiedade consomem cada minuto daquele momento interminável.

Sempre depois da tormenta vem o sol, mas minha pergunta é quando?

Quando poderei sentir paz e dormir tranquilamente sem que pensamentos desesperados me assombrem? Quando poderei sentir-me segura e feliz por completo?

Meu maior sofrimento não é o fato de estar atravessando uma fase crítica em família, mas sim por ver que algumas pessoas à minha volta não me dão o devido valor, se acham no direito de me julgar e me crucificar perante outras pessoas para que essas me vejam com outros olhos. O que dói mais é ver que essas pessoas que escutaram coisas por bocas alheias, tiraram conclusões precipitadas e simplesmente se calaram não se dando ao trabalho de averiguar se era verdade. Em outras palavras, demonstraram que não confiam em mim, pessoas estas, que eu achava que existia uma confiança mútua em nosso relacionamento.

Vi também que o ser humano é capaz de tudo para conseguir o que quer, não mede as conseqüências. Acha-se no direito de mandar na vida alheia e jogar com os sentimentos e as atitudes, como se a vida fosse um jogo em que o importa é ganhar a qualquer preço.

Mais frustrante ainda é ter que ver, ouvir e agüentar tudo calada. Talvez por medo ou por saber que não vai adiantar e pode até piorar a situação. Cada vez que eu achava que tava fazendo a coisa certa, contando fatos para alguém, esse simplesmente me apunhalava pelas costas e eu não podia dizer absolutamente nada nessa história tão simples que virou tão complicada e dolorosa para todos.

Ser injustiçada é tão ruim que nesse momento não sei se sou capaz de voltar a confiar nas pessoas que me prejudicaram ou aquelas me julgaram mal.

Volto a repetir que preciso de ajuda também, de apoio, de um ombro amigo. Pois não sei por quanto tempo agüentarei essa situação sozinha. Não por não me achar capaz, mas pela necessidade de me sentir protegida.