Unwritten

Escrever, escrever e escrever....
Deixar as palavras formarem frases, parágrafos e textos... Contar notícias, tragédias, cartas de amor, cartas de saudades, de alegria, mensagens de reflexão.Buscar em coisas escritas aquilo que não se encontra ao escutar.Achar no meio de um livro antigo uma rosa seca e, ao ver, recordar o passado.
Desligar-se do mundo ao ler um livro, entrar na história e ser o narrador observador.E por alguns instantes esquecer de tudo.

Eu escrevo por hábito, por gosto, porque quando escrevo esqueço do mundo ao meu redor, as palavras chegam na minha mente e eu simplesmente as escrevo.Podem não ter significado pra você, mas para mim, sempre tem.

Nossas vidas são como livros, a cada dia uma nova página é escrita.

14 setembro, 2006

Amor na século da pressa

Amor no século da pressa

Quem não gosta de ser amado? Ser paparicado?
Receber atenção especial,presentinhos e beijinhos doces?
Quem não gosta de surpresinhas gostosas, beijo na boca e abraços apertados?
Quem é que de livre e espontânea vontade prefere a solidão a uma boa companhia?
Ora, todo mundo quer uma boa companhia e de preferência para o todo sempre.
Mas conviver com essa "boa companhia" diariamente por 3, 5, 10, 15, 25 anosque é o difícil.
No começo dos relacionamentos e até 1 ano de vida amorosa, tudo são mais ou menos flores, (se o seu relacionamento tem menos de um ano e já é mais de brigas e discussões, (caia fora dessa fria).
Não adianta você dizer que só depois de três meses que "encontrou o amor de sua vida", porque o amor precisa de convivência para ser devidamente testado.
Nesse mundo maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, se amando amanhã e entrando em crise depois de amanhã.
Uma coisa frenética e louca que tem feito muita gente, que se julgava equilibrada, perder os parafusos e fazer muita besteira.
Paixão, loucura e obsessão, três dos mais perigosos ingredientes que estão crescendo nos relacionamentosde hoje em dia por causa da velocidade das informações e o medo de ficar sozinho.
As pessoas não estão conseguindo conviver sozinhas com seus defeitos, vícios e qualidades, e partem desesperadamente para encontrar alguém, a tal daalma gêmea, e se entregam muitas vezes aos primeiros pares de olhos que piscampara o seu lado.V
ale tudo nessa guerra, chat, carta, agência, festas e até roubar o parceiro de alguém.
É uma guerra para não ficar sozinho.
Medo?
Com medo de se encarar no espelho e perceber as próprias eficiências?
Com medo de encarar a vida e suas lutas?Então a pessoa consegue alguém (ou acha que está nascendo um grande~amor), fecha os olhos para a realidade e começa a viver um sonho, trancado em si.
Mesmo, nos quartos e no seu egoísmo, a pessoa transfere toda a sua carência para o (a) parceiro (a), transfere a responsabilidade de ser feliz para uma pessoa.
Que na verdade ela mal conhece.
Então, um belo dia, vem o espanto, a realidade, o caso melado, o "falso amor" acaba, e você que apostou todas as suas fichas nesse romance fica sem chão, sem eira nem beira, e o pior: muitas vezes fica sem vontade de viver.
Pobre povo desse século da pressa!
Precisamos urgentemente voltar o costume "antigo" de "ter tempo", de dar um tempo para o tempo nos mostrar quem são as pessoas.
Namorar é conhecer, é reconhecer, é a época das pesquisas, do reconhecimento...
Se as pessoas não se derem um tempo, não buscarem se conhecer mais, logo em breve teremos milhares de consultórios lotados de "depressivos" e cemitérios cada vez mais cheios de suicidas "seres cansados de si mesmos..."
Faça um bem para si mesmo e para os outros, quando iniciar um relacionamento procure dar tempo para tudo: passeie muito de mãos dadas, converse mais sobre gostos e preferências, conheça a família e mostre a sua, descubra os hábitos e costumes.
Parece careta demais?
Que nada, isso é a realidade que pode salvar o relacionamento e muitas vidas.
Pense nisso e se gostar, passe essa mensagem para frente; quem sabe se juntos, não ajudamos alguém carente de amor a encontrar um motivo para ser feliz?
Muita pretensão?
Não, vontade de te ver feliz.

Desconheço a autoria, se alguém souber avise-me por gentileza

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